
Meu primeiro encontro com essa banda se deu pela música “Venus”. Senti influências que iam de Paradise Lost a Cocteau Twins e, claro, não foi possível resistir.
O gótico se fez presente de novo em minhas audições, pondo em consonância o frio do exterior e a sobriedade do meu interior. Posso até dizer que esse disco me deu um bom descanso dos momentos de estresse do dia-a-dia.
Provavelmente, muito dessa sensação se deve aos vocais de Liv Kristine, vocalista da banda à época, ao lado de Raymond Rohonyi (este ultimo, com vocais melancólicos quase falados).
Esse é provavelmente um dos discos mais influentes do Gothic Metal e, embora eu já tivesse conhecimento de sua existência *, apenas recentemente me dei a chance de apreciar seus refrões cativantes e sua atmosfera carregada.
* Para entender melhor, leia a matéria “Gothic Metal: os dez trabalhos essenciais do estilo”, do site Whiplash.